terça-feira, 18 de outubro de 2011

Jamais direi que era capaz de fazer um livro bem recheado da minha vida, porque já há pessoas a faze-lo mesmo sendo da maneira mais errada, suja e injusta. Uma coisa é certa, falar é muito fácil mas julgar é ainda mais, é assim que vivemos numa sociedade em que não podemos ser livres, que não podemos dar amor a quem nos é próximo e demonstra-lo? Que nunca nos passe isso pela cabeça, quando isso acontecer estaremos loucos, completamente fora de nós. Se acho isto normal? É obvio que não, não está certo fazer juízos das pessoas que nem conhecemos, algumas fazem só porque acham bem outras porque sentem uma enorme dor de cotovelo, raspem na parede que isso passa. Nunca irei deixar de ser quem sou e quem gosto de ser, uma pessoa que gosta de ajudar os amigos e ama-los de coração aberto, para quem me conhece sabe que sou assim, simples.
Na verdade já senti pior, perco algo mas ganho sempre muito mais.

sábado, 15 de outubro de 2011

Sinto de novo a fantasia de conto de fadas, como se levasse um choque a cada minuto que passa. Absorvi energia, entusiasmo e amor suficiente para ter vontade de fugir daqui e começar finalmente a minha viagem pelo mundo. Neste momento estou presa a uma cadeira enquanto tento me exprimir por meras palavras, em vez de estar a saborear adrenalina, euforia e a paixão por estar a saltar e a aplaudir uma banda ou então por estar em viagem por uma estrada que desconheço. Want it so bad

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Quem não merece uma segunda oportunidade? Quem não é digno de poder ser feliz, de poder explorar o mundo que há para explorar com coração cheio, completo por outras palavras, com vida a preencher o olhar e com um sorriso do tamanho do mundo?
Acho que não sou a única a questionar sobre este assunto, aliás todo o ser racional nas alturas de mágoa pensa sempre "só a mim" ou então "porque eu?", creio que no final de contas deparamo-nos com um “vazio” e que por muito que se tente encontrar uma saída, ficamos na mesma, a isto chamo fraqueza ou então falta de confiança para avançar.
Ninguém é igual, uns mais fracos, outros nem por isso, como também cada problema é diferente, a cada personagem o seu papel é “atribuído”.
Agora sem pensar em geral, apenas em mim, digo que já lá vai o tempo em que me deitavam abaixo, que me espezinhavam sem qualquer piedade e que eu deixava…Não reagia, estava a ser cobarde, pois não enfrentava os problemas. Agora não é bem assim, já deu tempo para me levantar e por um fim nessas atitudes que não mereciam ter qualquer valor.